Cores


A série retrata justamente a frase que Richard Hamilton usou em 1957 para definir a Arte Pop “Popular; Momentânea; Consumível; Barata; Produzida em Massa; Jovem; Espirituosa; Sexy; Trapaceira; Glamurosa; e um Ótimo Negócio”.

A intenção da artista nas obras que compõem, e ainda surgirão, é justamente se posicionar dentro de uma nova e moderna “cultura popular” e criar a arte a partir dela. Traz consigo a mesma discussão que os artistas britânicos que viveram nos anos 1940 a 1960, traziam para suas obras “a crescente cultura de massa que se manifestava no cinema, na propaganda, na ficção cientifica, no consumismo, na mídia e nas comunicações, no design de produto e nas novas tecnologias que se originaram nos Estados Unidos mas que então se espalhavam por todo ocidente”.

Porém, sendo transformada para os dias atuais, que ao mesmo tempo em que se torna completamente nova, atual, avançada e tecnológica; mantém os mesmos conceitos de propagandas, culturas Hollywoodianas, o avanço das tecnologias e descobertas espaciais, o grande consumismo dado, hoje em dia, principalmente pelas redes sociais, que já são inúmeras, e por ai vai.
Sendo assim, a artista segue com uma nova descoberta de técnicas dada pela criação de texturas, e cores vivas; trazendo consigo todos os conceitos citados por Hamilton, a fim de resultar num “produtos desejo” afim de complementar o “lifestyle” que a maioria dos jovens buscam e admiram, e tendo como principal fonte de referencia o artista contemporâneo britânico Ian Davenport.


 

Ian

Título: Ian
Técnica Mista sobre Painel
1.90x1.00m

Daven

Título: Daven
Técnica Mista sobre Painel
1.70x1.10m